Como foi a Romaria das Irmãs Franciscanas de Ingolstadt?
No dia 5 de setembro de 2026, as Irmãs da Congregação das Franciscanas de Ingolstadt, juntamente com colaboradores e amigos, realizaram uma Romaria ao Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida, São Paulo.
A peregrinação fez parte das celebrações dos 750 anos de fundação da Congregação, reunindo oração, ação de graças e confraternização em torno de uma história marcada pela fé e pela missão.
O momento foi vivido como uma oportunidade de recordar a trajetória da Congregação, agradecer pelas vidas transformadas ao longo de sua missão e renovar o compromisso com o Carisma Franciscano.
Uma história de 750 anos de fé e missão
Em 2026, as Irmãs Franciscanas de Ingolstadt celebram 750 anos de história.
A trajetória da Congregação remonta a Ingolstadt, na Alemanha, onde teve início em 1276. Ao longo dos séculos, seu carisma continuou sendo transmitido e vivido em diferentes contextos e lugares.
No Brasil, essa história ganhou novos caminhos a partir da chegada das primeiras Irmãs, em 1938, dando início a uma missão que permanece presente em diferentes regiões.
A Romaria a Aparecida tornou-se, assim, um momento simbólico para olhar para essa caminhada com gratidão e reconhecer a ação de Deus ao longo da história.
A Santa Missa em ação de graças
Um dos momentos centrais da Romaria foi a Santa Missa em ação de graças, celebrada na Basílica Nacional de Nossa Senhora Aparecida.
A celebração foi presidida por Dom João Muniz, Bispo da Diocese de Xingu-Altamira (PA), e concelebrada por Dom João Gilberto de Moura, Bispo da Diocese de Lins (SP), que também celebrava os 100 anos de sua diocese, além de diversos sacerdotes.
A celebração reuniu a família franciscana em torno da fé e da gratidão, colocando diante de Deus a trajetória da Congregação e sua missão.
Aos pés da Padroeira do Brasil
Estar aos pés de Nossa Senhora Aparecida deu à celebração um significado especial.
A peregrinação representa o gesto de uma comunidade que se coloca diante de Deus com humildade, levando consigo sua história, suas alegrias, seus desafios e suas esperanças.
Aos pés da Padroeira do Brasil, a família franciscana apresentou sua caminhada desde a fundação em Ingolstadt até a missão desenvolvida no Brasil e em outros lugares onde a Congregação está presente.
Foi também um momento de agradecer por cada pessoa alcançada pela missão ao longo desses séculos.
Uma Romaria que também olha para o futuro
Celebrar uma história de 750 anos não significa apenas recordar o passado.
É também olhar para o futuro.
A Romaria foi uma oportunidade para renovar a confiança em Deus e pedir que Nossa Senhora Aparecida continue acompanhando os passos da Congregação.
Entre os pedidos levados à Mãe Aparecida esteve também o desejo por novas vocações, para que a obra de Deus possa continuar sendo vivida e testemunhada pelas próximas gerações.
Esse pedido expressa uma preocupação fundamental para a Vida Religiosa Consagrada: manter vivo o chamado à entrega, ao serviço e à missão.
750 anos: uma luz que atravessa os séculos
O Jubileu de 750 anos é celebrado sob o tema “Uma luz que atravessa os séculos”.
A expressão traduz o sentido profundo dessa caminhada: uma luz que não pertence apenas ao passado, mas continua iluminando o presente e apontando caminhos para o futuro.
A história da Congregação é formada por pessoas, comunidades, escolhas, desafios, encontros e vidas colocadas a serviço de uma missão.
Na Romaria, essa história foi colocada novamente nas mãos de Deus.
Uma caminhada que continua
A Romaria a Aparecida foi, portanto, muito mais do que um encontro comemorativo.
Foi uma peregrinação de fé, uma experiência de comunhão e um momento de ação de graças pelos 750 anos de história das Irmãs Franciscanas de Ingolstadt.
Aos pés da Mãe Aparecida, a Congregação celebrou aquilo que recebeu, agradeceu aquilo que viveu e confiou a Deus aquilo que ainda está por vir.
Que Nossa Senhora Aparecida continue acompanhando essa caminhada e intercedendo pelas Irmãs, suas comunidades, colaboradores, amigos e por novas vocações.
Que a luz que atravessou 750 anos continue iluminando os caminhos da missão.